Jornal CID Embu
Informática para as comunidades com menor poder aquisitivo, promoção da cidadania e do espírito de colaboração é a proposta do Centro de Inclusão Digital.
O Centro de Inclusão Digital (CID) de Embu já está funcionado! A Fundação Bradesco em parceria com a Sociedade Ecológica Amigos de Embu – SEAE, a Água Mineral Natural Embu e a Água Mineral Mata Atlântica implantou o primeiro Centro de Inclusão Digital em Embu, localizado na Fonte dos Jesuítas. Duas turmas, formadas por jovens entre 10 e 18 anos, estão participando do Curso Intel Aprender, as terças e quintas-feiras. A carga do curso é de 30 horas e o conteúdo explora as ferramentas tecnológicas desenvolvendo o pensamento crítico contextualizado com a realidade da comunidade local.
A inauguração do CID ocorreu no dia 25 de maio e contou com a presença de diversas autoridades, entre elas o prefeito Geraldo Cruz que falou da importância das parcerias e da criação de políticas públicas que priorizem a inclusão social possibilitando oportunidades para as comunidades mais necessitadas. Leandro David Dolenc, presidente da Sociedade Ecológica Amigos de Embu - SEAE, lembrou que o mercado é altamente competitivo e o CID oferece cursos gratuitos, promovendo a inclusão digital da comunidade para que todos possam sonhar e realizar. Concluiu dizendo que o CID é uma pequena semente e o início de uma grande parceria, pois o CID pode ser um centro de referência para a cidade unindo a tecnologia, a cidadania e a preservação ambiental.
Mário Hélio Souza Ramos, um dos diretores da Fundação Bradesco, contou que a Fundação Bradesco tem alianças consolidadas ao longo de 50 anos visando democratizar o conhecimento através da educação e com a inauguração do CID de Embu, a Fundação Bradesco fica com 53 CIDs instalados no Brasil, sendo que três deles estão em comunidades indígenas.
Também estiveram presentes no evento Denise Aguiar Alavrez Valente, diretora da Fundação Bradesco; João Aguiar, vice-presidente do Conselho do Banco Bradesco, Nivaldo Tadeu Marcusso, gerente de Tecnologia da Fundação Bradesco, Mirian Linhares Garcia Pereira, diretora de Ensino da Fundação Bradesco, Mário Teixeira, proprietário da Fonte dos Jesuítas, entre outros.
Além de o curso Intel Aprender, os CIDs oferecem outros cursos como Introdução à Informática; Windows; Pacote Office: Word, Excel, PowerPoint e Publisher; Internet (navegação/e-mail), Fundamentos de Rede e também há perspectivas de participação em cursos não presenciais na Escola Virtual. As inscrições para os cursos podem ser feitas na SEAE através do telefone (11) 4781.6837.
O CID além de incentivar ao protagonismo juvenil será, com certeza, uma excelente ferramenta para congregar pessoas de todas as idades incentivando a busca de soluções para a melhoria da qualidade de vida da região.
Embu, 25/06/2007 Redação: Indaia Emília S. Pelosini
PRIMEIRO CENTRO DE INCLUSÃO DIGITAL
EM EMBU DAS ARTES
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PROJETO AMBIENTE NA FONTE
O Centro de Educação Ambiental da Fonte dos Jesuítas recebe
escolas e grupos e promove atividades de convivência
e respeito ao meio ambiente.
No mês de maio mais de 800 pessoas participaram das atividades no Centro de Educação Ambiental da Fonte dos Jesuítas! Uma das atividades que está fazendo sucesso com a garotada é o “Desafio na Fonte” — os participantes recebem um kit e uma lista com diversos desafios, em grupos tentam solucionar os problemas, responder às perguntas e cumprir as tarefas propostas. Unidos e em espírito de colaboração, os jovens partem da observação e da percepção do ambiente e descobrem uma série de conteúdos. O “Desafio na Fonte” é uma atividade temática que pode abordar vários temas como o Aquecimento Global, os Recursos Hídricos, etc., de acordo com os interesses do grupo.
O Centro de Educação Ambiental da Fonte dos Jesuítas conta com uma excelente infra-estrutura, um salão amplo e bem organizado, um caramanchão, além de um espaço externo privilegiado com remanescentes de Mata Atlântica localizado nas proximidades do centro histórico de Embu das Artes.
No viveiro, construído em parceria com a SOS Mata Atlântica, é possível entender um pouco mais sobre a Mata Atlântica – esse bioma tão ameaçado. O visitante pode aprender sobre o plantio das árvores e entender como funciona o “berçário de mudas”.
No minhocário os participantes têm a oportunidade de conhecer o papel fundamental das minhocas na fertilização e recuperação do solo. A trilha na mata aguça os sentidos e mostra a importância de se preservar as florestas que possibilitam a manutenção dos mananciais, equilibram o clima, produzem oxigênio, protegem os solo, etc. E ainda há um amplo gramado que proporciona inúmeras atividades educativas ao ar livre. No fontanário ( bica onde corre água potável) todos podem tomar uma água pura e cristalina e conhecer como funciona o envasamento da água que é retirada de uma mina e dois poços artesianos.
O Projeto Ambiente na Fonte – Sensibilização e Educação Socioambiental é uma iniciativa da Associação Ecológica Amigos de Embu, conhecida como SEAE, e patrocinado pela Água Mineral Natural Embu – Fonte dos Jesuítas.
Escolas, ONGs e Associações que tiverem interesse em agendar visitas monitoradas no Centro de Educação Ambiental entrem em contato: Sociedade Ecológica Amigos de Embu – SEAE - (11) 4781.6837 ou 4241.6941, de segunda a sexta, das 9h às 17h - contato@seaembu.org . As atividades são gratuitas.
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SEMANA DO MEIO AMBIENTE
As comemorações da Semana do Meio Ambiente mobilizaram
escolas, ONGs, associações e o setor público para refletirem
sobre os desafios da preservação ambiental
A união de diversos segmentos da sociedade fez da semana do meio ambiente em Embu das Artes um momento de reflexão e engajamento para preservação da vida. Palestras, atividades culturais, feira de produtos orgânicos e diversas oficinas contribuíram para o pensamento crítico, a sensibilização e a mudança de atitude. A semana do meio ambiente enfatizou e trouxe propostas para a Sustentabilidade Ecossocial lembrando a importância da produção e do consumo responsável.
A Sociedade Ecológica Amigos de Embu – SEAE, que fez parte da comissão organizadora, participou com as Oficinas Cozinha Sustentável e Ecológica e de Terrário. Maria Isabel Franco, coordenadora pedagógica da SEAE, conta que o objetivo da Oficina Cozinha Sustentável e Ecológica é informar os participantes sobre as questões do desperdício na alimentação; o destino dos resíduos sólidos (suas implicações e impactos negativos ao meio ambiente) e a coleta seletiva; a preservação da água; a saúde e a higiene; além de sensibilizar sobre a necessidade da participação ativa de todos nas questões ambientais e na melhoria da qualidade de vida. Durante a oficina, os participantes trocaram experiências e aprenderam a elaborar receitas com aproveitamento de talos, cascas e folhas, depois todos saborearam os quitutes preparados.
Na Oficina de Terrário foi possível conhecer a ciclagem dos nutrientes e os ciclos da água, do gás carbônico e do oxigênio. O terrário vegetal é a construção de um jardim em miniatura num recipiente transparente e totalmente vedado que poder ser feito em vários tipos de vidro ou em garrafas pet. É uma ferramenta excelente para conhecer e observar a natureza e seus ecossistemas. A Oficina foi coordenada pela ecóloga André Bossi e contou com a participação de Edson Amaral da Silva e dos monitores voluntários da SEAE.
Outra atividade interessante foi a Oficina Práticas de Agricultura em pequenos espaços – Agricultura Urbana ministrada por Bruno Cavalcante, do Projeto Bacias Irmãs, e outros jovens do grupo Eparreh USP – Estudos e Práticas em Agricultura e Reencantamento Humano e grupo LUARES (Laboratório Urbano de Agroecologia e Referência em Educação Socioambiental). Quem participou da oficina viu como é possível plantar e cultivar legumes e hortaliças em pequenos cantos da casa ou apartamento utilizando canos plásticos e um balde – tudo com muita criatividade para ter uma vida mais saudável.
Diversos especialistas trouxeram informações fundamentais para mostrar a interligação de todos os setores na teia da vida. O arquiteto Francisco Lima mostrou como funciona a bioarquitetura que utiliza bambu ao invés da madeira, e terra no lugar do cimento. Célio Bermann, do Instituto de Eletrotécnica e Energia da USP, falou sobre as Energias Alternativas enfatizando a necessidade da modernização das usinas existentes e do consumo responsável de cada um de nós. O professor Pedro Jacobi (Teia-USP), com a temática A Universidade e os desafios da sustentabilidade: como articular teoria e prática, comentou que além do desenvolvimento econômico, a sustentabilidade ecossocial faz com que “o resultado econômico possa ser distribuído com eqüidade e também com a proteção dos recursos naturais”.
Ruben Born, do Instituto Vitae Civilis, abordou o Ecoturismo e a necessidade da integração regional para a preservação ambiental. Falou da importância de sensibilizar os governantes e a comunidade mostrando como é possível gerar emprego e renda “explorando” as belezas naturais de cada localidade. Também mencionou o CONESUD e o Circuito BR 116 – arte, aventura e natureza com roteiros que privilegiam nossa região.
João Carlos Ramos, secretário de Meio Ambiente de Embu, fechou o evento convidando à reflexão “O que nós ganhamos? Ninguém cuida daquilo que não conhece. Vamos sair daqui pensando no que nós podemos contribuir, porque nós todos somos responsáveis por aquilo que aprendemos!”
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A Sociedade Ecológica Amigos de Embu - SEAE não tem fins lucrativos e possui muitos voluntários que ajudam nas atividades e estão empenhados na preservação do meio ambiente e na educação ambiental.
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